Terça-feira, Março 18, 2008

Filosofia cansada

Tem coisinhas,
Coisinhas pequenas, de se perder
que voam não por ter asas
mas por serem tão pequenininhas, tão miúdas
que o vento as levanta sem querer.

Essas coisas delicadas,
Esses ciscos vacilantes
São as moléculas da felicidade
Que nos transpassam e nos adentram a todo instante

O homem delicado,
O homem atento;
Para, respira, calmo
Sorri e fecha a mão delicadamente
E tem enfim um punhado de felicidade
Visível, invejável e só seu

 

{A felicidade está em toda parte, mas só seus punhados são visíveis}

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O passo mais difícil pra a felicidade não está em ganhar ou ter, o passo mais difícil para a felicidade está em perder o valor das coisas. Só desvalorisando tudo a sua volta, percebe-se o que brilha e tem valor de fato.

 

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O problema em querer ser feliz apenas,
é que a felicidade dos outros está em coisas pobres e pequenas
Todo homem que decide ser feliz por sí só,
E viver a vida livre das amarras do mundo
Torna-se instantaneamente um homem marginalizado e sozinho.

 

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A felicidade está diretamente ligada a nossa capacidade de tirar a nossa felicidade das mãos dos outros.

 

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Um homem feliz deve ser amado,
Um homem feliz deve amar,
Esse alguém deve ama-lo por sua condição e ele deve amar por ver nesse alguém um igual.
Nesse amor não devem constar outras necessidades, este amor não deve ser necessário e sim parte dos dois, inalienável como um braço.

 

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Quem manda na sua vida?

Pra que seguir um caminho que já conhecemos o final?

2 comentários:

___Psiquê___ disse...

Olá! Gostei do seu blog Pedro.

Parabéns!

Kisses

Constança Lucas disse...

Oi Pedro

obrigada pela visita ao meu blog.

abrços
Constança